“Mais do que ter sido um desafio [ensinar como escrever os nomes em japonês], foi nostálgico, quer para mim quer para os outros utentes que estiveram a ensinar dialectos ou alfabetos do seu país. Emocionei-me por dentro porque foi encantador recordar algo muito bom da minha infância. Sentimos saudades sempre das coisas boas, não é? Foi como “resgatar” uma boa experiência adormecida.”

Alex Sander | Brasil