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INTEGRAÇÃO SEGURA 2

Este projeto foi co-financiado pelo FAMI (Fundo para o Asilo, a Migração e a Integração) no âmbito da Candidatura PT/2016/FAMI/056.

Duração: 01/07/2015 a 31/12/2017

Descrição: O projeto Integração Segura 2 surge na sequência do anteriormente aprovado no âmbito do FEINPT – Integração Segura – dando continuidade ao Centro Local de Apoio à Integração de Migrantes Especializado – Gabinete de Emprego.

A promoção do funcionamento do Gabinete de Emprego do Centro Comunitário São Cirilo demonstra-se fundamental no processo de autonomização dos utentes acompanhados pelo Centro, ao propiciar o “fecho de ciclo” do processo de integração social desenvolvido conjuntamente pelos restantes Gabinetes do Centro (financiados pela Segurança Social).

O objetivo do projeto “Integração Segura 2” é o acolhimento e integração profissional e social de cidadãos NPT da área do grande Porto (cidade e concelhos limítrofes), a partir do funcionamento de um Gabinete de Emprego, inserido numa estrutura multidisciplinar de intervenção social com outros gabinetes de apoio, formações e atividades e numa ampla rede de parcerias com entidades encaminhadoras (entre as quais associações de imigrantes e os CLAIMs da zona), formadoras e empregadoras.

O desemprego afete mais aos estrangeiros do que os nacionais, e particularmente a população NPT (19,8 % de desemprego contra 13,9 % dos comunitários, na altura dos Censos 2011). Na ausência de redes de suporte familiar que caracteriza a vida de muitos imigrantes, é ténue a linha que separa a estabilidade e a carência, e a falta de um contrato de trabalho torna-se muitas vezes o impedimento para a renovação (ou obtenção) da Autorização de Residência e a correspondente passagem para uma situação de fragilidade social acrescida.

É este o âmbito de intervenção do projeto “Integração Segura 2”, com o funcionamento de um Gabinete de Emprego integrado no contexto de uma “comunidade de inserção”, que procura capacitar, colocar ou manter no mercado de trabalho cidadãos NPT.

O Projeto dirige-se assim sobretudo à população imigrante NPT de formação mais baixa e em situação ou risco de maior vulnerabilidade social, com a sua lógica de acompanhamento próximo, capacitação, integração e tentativa de colocação em ofertas de trabalho angariadas junto da rede de parceiros.

Este financiamento demonstra-se fundamental para a manutenção do Gabinete de Emprego do Centro, na medida em que o mesmo não se encontra abrangido pelo financiamento da Segurança Social, celebrado via Acordo Atípico.

O projeto envolveu 1 técnico a tempo parcial com as funções de orientação e acompanhamento que desenvolveu o seu trabalho com vista à capacitação e integração profissional e social de cidadãos NPT, através de um trabalho multidisciplinar e em rede de intervenção social.

Os números executados finais ultrapassam, na sua maioria, os indicadores apresentados em sede de candidatura:

– 1191 atendimentos realizados no Gabinete de Emprego;

– 401 NPT envolvidos;

– 57 processos resolvidos;

– 27 Ações de formação, no total de 81 horas, a 117 formandos NPT.

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